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Homem deixa o homossexualismo após sobreviver a atentado

By 18:03


Algumas vezes cultivamos os problemas em nossa vida porque não temos a coragem suficiente para enfrentá-los. Devido a isso, nos adaptamos às circunstâncias, fazendo com que os conflitos façam parte do nós ao ponto de se tornarem “naturais”. Nesses casos, infelizmente, situações trágicas acabam servindo para nos despertar e fazer enxergar coisas que antes não queríamos reconhecer.

Foi isso o que aconteceu com Luis Javier Ruiz, um homossexual que após sobreviver ao ataque terrorista que vitimou 49 pessoas na Boate Pulse, em Orlando (EUA) no ano de 2016, decidiu entregar sua vida a Cristo e abandonar o homossexualismo de uma vez por todas:

“Eu deveria ter sido o número 50!”, disse ele. “Olhando fotos antigas daquela noite na Pulse, lembro-me de minhas perversões, bebedeira para abafar meus problemas e de fazer sexo promíscuo que me fez contrair o HIV. Minhas lutas eram reais! O inimigo me controlava, mas Deus me tirou daquilo tudo e me deu a Cristo”.

O testemunho de Ruiz ganhou repercussão na mídia, especialmente após ele ter publicado em sua rede social que também estará no próximo dia 5 de maio na “Marcha da Liberdade”, um evento que visa promover a “celebração dos que se libertaram da homossexualidade e do transgenerismo”, assim como “defender os direitos de ex-homossexuais, pessoas com atração indesejada pelo mesmo sexo e suas famílias”, segundo informações da NBC News.

Esse ano os organizadores do evento utilizaram a história de Luis Javier Ruiz como exemplo, deixando claro na chamada para a Marcha o título: “Homossexuais podem mudar”.

Para Christopher Doyle, co-fundador da Voice of the Voiceless (“Voz dos Sem Voz”), uma das ONGs organizadoras da Marcha, o evento não pretende “odiar” o movimento LGBT, mas sim demonstrar que há ex-homossexuais que também precisam de compreensão e acolhimento, possuindo os mesmos direitos que outros.

Segundo Doyle, os ex-homossexuais “fizeram uma escolha consciente de deixar a homossexualidade, e devemos ser capazes de fazer isso sem sermos ridicularizados”, disse ele ao falar da Marcha da Liberdade.

Fonte: Gospel Mais

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