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Teve paralisia cerebral, não andava e não falava

By 12:00


“Quando meu filho nasceu, ele passou da hora do parto e faltou oxigênio no cérebro, o que acarretou paralisia cerebral desde novinho, dos dois lados do corpo”, conta Maria Edite de Oliveira, de 57 anos, a respeito do filho, Caio Oliveira de Lucena, de 29 anos.

“Ele não andava, não falava. Precisou fazer treze cirurgias nas pernas, levou cento e vinte pontos nas duas, precisou substituir o osso do fêmur da perna direita por uma placa, vinda dos Estados Unidos e ainda assim, andava de cadeira de rodas. A medicina o desenganou”.
Quinze dias atrás, a situação de Caio mudou. “Nós viemos até a Cidade Mundial dos Sonhos de Deus, no Brás”, explica Maria, “e o Caio havia passado por mais uma cirurgia que não cicatrizava. A Bispa Franciléia desceu do altar e foi tocar os deficientes, encostou nele e saiu um pedaço de carne da cirurgia. Depois disso, ela cicatrizou. O Apóstolo viu, desceu e tocou na cabeça do Caio”.

Foi Caio quem concluiu o testemunho. “Naquele mesmo domingo, em casa, eu consegui dizer para minha mãe que eu a amava e que eu não queria mais usar aquela cadeira de rodas. Me levantei dela e andei, por fé em Deus. O Poder Dele me deu a cura, para falar e andar. Os médicos disseram que eu nunca pisaria no chão, mas Jesus é quem me colocou de pé”.

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