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As profundezas do amor de Deus

By 11:30


Alguns anos atrás, um ateu declarou a alguns transeuntes: “Se existe um Deus no Céu, eu O desafio a me fulminar dentro de cinco minutos.” Finalmente, depois de passados os cinco minutos, ele disse com sarcasmo: “Viram só? Deus não existe, pois a esta altura eu já estaria morto, fulminado.”
Uma mulher parada ali perto o ouviu. Quando ele fez menção de ir embora, ela se adiantou e lhe perguntou:
– O senhor tem filhos?
– Sim, um filho – o homem respondeu.
– Se o seu filho lhe desse uma faca e pedisse que o senhor o matasse, o senhor o faria?
– Claro que não! – respondeu ele prontamente.
– Bem – continuou ela – e por que não?
– Simplesmente porque eu o amo demais.
Antes de virar-se para sair, a mulher explicou:
– Meu senhor, é porque Deus o ama tanto, mesmo sendo ateu, que Ele Se recusa a aceitar seu insensato desafio. Ele quer vê-lo salvo, e não perdido.
Esse é o meu Deus. Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Isso é algo que nós, mortais, não compreendemos. Por que deveria Deus amar-nos tanto a ponto de enviar Seu próprio Filho ao mundo, sabendo que homens maus O rejeitariam, O perseguiriam e finalmente O pregariam à cruz? A cruz não existe mais, porém o amor permanece.
Uma das testemunhas junto ao Calvário escreveu posteriormente que “Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16).

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