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Pérola: Um milagre de Deus

By 11:30


Nascida na região sul de Santa Catarina, no dia 08 de fevereiro de 2016, em Criciúma, a pequena Pérola é um testemunho vivo da existência de Deus. Antes de nascer o bebê já era desenganado pelos médicos, sobreviria apenas por duas horas. Há algumas semanas a criança celebrou seu primeiro aniversário, provando que milagres ainda acontecem.

O caso da Pérola foi testemunhado na Assembleia de Deus de Içara (SC), cidade onde a família frequenta os cultos. Todo o relato foi feito pelos pais da criança, Clailson Batista e Vanessa Felício da Rolt Batista.

O pai inicia relatando que a experiência vivida se resume na passagem de Romanos 12.12: “Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, e perseverai na oração”. Relatou que tinham a convicção da vitória, apesar das grandes dificuldades enfrentadas. “A Pérola é um agir grandioso. O milagre da minha filha está agindo em corações até hoje”. Familiares não evangélicos estão se aproximando de Jesus e reconhecendo o milagre manifestado.


Período que antecedeu o nascimento
Desde o primeiro exame, através da medição da nuca, foi constatado que Pérola nasceria com problemas de saúde. “Cada vez que a gente entrava no consultório, a gente saia dali destruído, completamente. A minha esposa chegava em casa e se trancava no quarto”, comentou Batista.

Foi diagnosticado deformações e atrofiamentos. “Cada vez que se deslocávamos para o médico tínhamos a esperança que Deus iria operar o milagre, porém, ainda não era o momento do Senhor. No último exame que a gente fez antes da minha esposa dar à luz, a gente foi bater o ultrassom e a médica nos orientou ir rapidamente para o Hospital, pois não havia mais líquido na bolsa”, disse Clailson. Os médicos relatavam que a gravidez seria prematura, que não chegaria aos nove meses.

Uma vez orando pela madrugada Batista disse que o Espírito Santo havia lhe perguntado: “-Filho você não vai comprar fralda?” Após tantas decepções, ele nem comprou as fraldas, sua fé estava no final, fraca.

Nascimento
O parto da Pérola foi executado com procedimento de cesárea, pois a criança não tinha força para o nascimento. Após nascer Pérola foi encaminhada para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). A pediatra que atendeu a criança marcou em uma folha 11 anomalias e deformações. “Peguei a minha filha no colo, beijei, chorei, e falei baixinho, Senhor agora é contigo, só o Senhor”, testemunhou Batista.

“No outro dia fui visitar minha filha e notei que ela estava se alimentando pela sonda, fiquei surpreso, pois nos exames ela nasceria sem o canal do sistema digestivo. Interroguei a enfermeira e ela me respondeu assim – Meu filho você não acredita em Deus?”, comentou o pai.

Pérola ficou oito dias na UTI em Criciúma e foi para casa. O pediatra orientou os pais a encaminhar a pequena criança para o hospital em Joinville, pois o coração era deformado, e precisaria de mais cuidados. 

Internação mais longa que o previsto
Foram cinco meses de espera até conseguir o encaminhamento para Joinville. Alcançada a internação no dia 05 de julho, os 20 dias previstos de hospitalização se transformaram em 139 dias, quase cinco meses. Foram 41 dias na UTI. “Minha esposa levou quatro vezes a Pérola para UTI”, comentou Batista.

Pérola contraiu muitas infecções, em um caso desses a pequena criança ficou 60 dias com o tórax aberto, pois a abertura cirúrgica não cicatrizava. Próximo de fechar o corte a menina contraiu um cisto entre o coração e o pulmão. “Eram muitas lutas. Uma junta médica abandonou a Pérola, alegaram que não existia mais recurso, pois estava com uma infecção generalizada. Ela tomava antibióticos para adulto, os médicos não acreditavam como o rim do bebê conseguia assimilar”, relatou o pai.

Outra junta médica assumiu o caso da Pérola, até cogitaram operar novamente, mas optaram por realizar uma drenagem. Após a drenagem foi realizado outro exame. Tudo indicava que ela ganharia alta. Pérola teve quatro possibilidades de ganhar alta, mas passava mal e era encaminhada para a UTI. No total a pequena menina passou por sete procedimentos cirúrgicos e com nove meses a bebê tinha apenas quatros quilos.

Momento de desespero
“Após o exame a médica me deu a notícia que voltaríamos com todos antibióticos novamente, pois o cisto ainda estava na Pérola. Neste momento a médica saiu do quarto, abaixei a minha cabeça com a Pérola no colo, liguei para a minha esposa e pedi pra ela vim no quarto, e disse a ela que tinha desistido, pois começar tudo de novo não era fácil. Minha esposa dentro do carro disse para Deus – Senhor tu falaste comigo no culto fortemente, como pode isso? Eu não aceito, a Pérola tem que melhorar”, disse Clailson.

“Minha esposa entrou no quarto, eu nunca a vi tão séria, e me disse: – Quarta a Pérola tem outro exame, não vai dar mais nada e domingo nós vamos embora. Eu pensei, está louca, a médica disse que precisa voltar com os antibióticos. Na quarta fizemos o ultrassom, o médico procurou o cisto e não achou para a glória de Deus. Saímos daquela sala exaltando a Deus. O Senhor é o Deus do impossível”, emocionado, comentou o pai.

Batista falou que no sábado a médica passou no quarto e disse que no domingo teriam alta. “Viemos embora para a glória do Senhor”.

“Um dia um pastor chegou a mim no hospital e me disse que tinha orado e o Senhor revelou que era pra eu orar pela Pérola, pois a unção estava nas minhas mãos. Eu pensei que a unção poderia estar nas minhas mãos, mas era o Senhor que iria curar. Eu entreguei a Pérola para Deus, pois não aguentava mais. Achava que ela não venceria os dias, já tinha visualizado ela em um caixão, estava muito difícil, não tinha mais solução. Todo sofrimento que a gente passou valeu a pena, e hoje eu glorifico a Deus por tudo”, falou Vanessa.

Fonte: Gospel Prime


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