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A História do Dulciana

By 13:00

dulciana (também chamado dolciana ou dulzaina) é um instrumento de sopro da época do Renascimento. Ele é o ancestral do fagote moderno, e teve seu auge entre 1550 e 1700, mas provavelmente já existia antes. No final deste período o fagote barroco já coexistia, embora na Espanha ele continuou sendo usado até os primeiros anos do século XX. Ele foi usado na execução de músicas segradas e seculares, em toda a Europa, e também nas Américas.
O dulciana é geralmente feita a partir de uma única peça de madeira, geralmente boxwood ou de bordo, em que os furos são primeiramente perfurado e, em seguida, fresado. O diâmetro interno do instrumento é cônico, como no caso do fagote. Os dois furos são perfurados em paralelo em uma única peça de madeira. A palheta é inserida em um tubo de metal, por sua vez, inserida na extremidade superior do corpo do instrumento. O exterior do aparelho é, por vezes, coberta com couro fino.
O instrumento parece ter sido amplamente utilizado em meados do século XVI. Uma coleção de dulciana, em tamanhos diferentes, foi encontrada em Bruxelas. Outro modelo de dulciana foi  localizado em Linz. A última cópia conhecida de Johann Christoph Denner foi construída por volta de 1700.
O dulciana é um versátil, e tem um tom suficientemente alto para ser tocada nas bandas que tocam ao ar livre, e em música de câmara e expressivo e até em corais. Há referências à dulciana nas sonatas de Dario Castello, Giovanni Battista Fontana, de Bartolomeo Selma y Salaverde, Friedrich Philip Böddecker, Giovanni Antonio Bertoli, Speer Daniel e muitos outros.

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