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Maravilhosa história de fé e milagres

By 13:30

Trinta anos atrás, uma família se prepara para ir a um casamento. Roupas e sapatos novos, presente para os noivos, tudo pronto para um dia feliz. No carro, o pai assume o volante ao lado da esposa, e no banco de trás estão a filha de 11 anos e uma sobrinha do casal. Na subida da Avenida Menezes Cortes, mais conhecida pelos cariocas como Estrada Grajaú-Jacarepaguá – para os motoristas dos ônibus que nela trafegam é simplesmente “Serra” – por volta das 16h uma tragédia muda o rumo traçado pela família: outro veículo, na contramão e desgovernado, atinge o carro, que capota, e deixa a filha do casal em estado gravíssimo. Atordoados, os pais da menina demoram cerca de um ou dois minutos para entender o que aconteceu e perceber que o carro está com as rodas para cima. A sobrinha, porém, age com uma rapidez impressionante e consegue retirá-la das ferragens retorcidas do carro. Sem forças, ela a deixa estendida no asfalto. Outros veículos param para ajudar as vítimas e o trânsito é interrompido. Logo chegam carros da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Quando chega a ambulância, os socorristas não acreditam que a menina tenha conseguido sobreviver. O óbito, infelizmente, é comprovado ainda na pista e o corpo é colocado em um saco preto, para seguir para a autópsia no Instituto Médico Legal. A ambulância leva os feridos para um hospital, mas logo na chegada o pai, desesperado, nem se preocupa com seus ferimentos: tudo o que ele quer é que sua amada filhinha esteja viva. Aos olhos humanos a desgraça estaria ali consumada, mas a avó paterna é uma mulher de fé, uma serva fiel do Senhor, e lutando contra todas as evidências, contrariando a razão e ultrapassando os recursos da Medicina, ela insiste com o filho para clamar ao Senhor Jesus, pois Ele é o Autor da Vida e é d’Ele a última palavra. “Ele fez Lázaro ressuscitar (João 11), e também o filho da viúva em Naim (Lucas 7), e a filha de Jairo (Lucas 8)! Para Ele não existem impossíveis! Clame a Ele, meu filho!”, diz aquela senhora, mas seu filho é judeu e para ele o Senhor Jesus foi apenas um profeta que perdeu a vida aos 33 anos por pregar o amor a Deus e ao próximo. Não seria o Messias prometido, o Filho de Deus que veio ao mundo em forma humana para derramar Seu sangue por nós na cruz, pagando assim o preço do pecado e nos redimindo para o Pai. “Não, mãe, Jesus não fez cegos enxergarem e paralíticos andarem; não ressuscitou ninguém; tudo foi inventado pelos cristãos”, diz aquele homem, mas sem compreender o porquê e nem de onde lhe chegam forças, ele insiste com os médicos: “A minha filha não está morta! Vocês não podem deixar que ela seja colocada na geladeira do IML! Ela está viva! Ela está viva! Pelo amor de Deus, tirem minha filha daquele saco preto! Examinem novamente!”. A mãe da menina é de origem cigana egípcia, e foi criada nas tradições do seu povo. Sem reconhecer Jesus como Senhor e Salvador ela apenas chora. Para ela, o motorista que provocou o acidente assassinou sua filhinha e destruiu sua felicidade para sempre. O corpo da criança chega para a autópsia no Instituto Médico Legal, no Centro do Rio. A família chega um pouco depois. De joelhos no chão, a avó clama ao Senhor, com a Bíblia aberta nas mãos. O pai e a mãe, vencidos pelo sofrimento, ajoelham-se ao lado dela. De repente, alguém chega correndo e, com os olhos ainda arregalados pelo susto, grita: “A menina está viva!”. O pai, a mãe e os médicos correm enquanto a avó permanece ajoelhada, porém não mais clamando e sim louvando ao Senhor. A criança é levada às pressas para a UTI – Unidade de Tratamento Intensivo – recebe transfusão de sangue e mais tarde, no centro cirúrgico, passa por diversas cirurgias. Diante do milagre, seus pais se convertem ao Evangelho e em seguida toda a família. A menina cresce, casa-se com um pastor e novamente surpreende os médicos ao engravidar, mesmo sem ter útero, pois este foi esmagado pelas ferragens do carro e retirado durante a autópsia. Esta maravilhosa história de fé e milagres não é um enredo para alguma novela gospel: a menina que ressuscitou existe e se chama Ana Paula Gaspar de Menezes Silva. Ela tem hoje 41 anos. Seu pai, que já foi transferido da Igreja aqui na Terra para a Igreja triunfante no Céu, chama-se João Gaspar de Menezes. A mãe é Maria José Manhães de Menezes; a prima, que a tirou das ferragens do carro após o acidente, chama-se Angélica. A avó paterna, aquela mulher de Deus, fiel e corajosa, que também já está conversando com o Senhor Jesus face a face, já tendo recebido a incorruptível coroa de glória (1 Pedro 5), chama-se Francisca e na época tinha quase cem anos. Vamos agora conhecer a outra parte da história: O que estava acontecendo com Ana Paula enquanto passava pela autópsia? O que se passou dentro da gaveta da geladeira do Instituto Médico Legal (IML)? Ela mesma conta. Clarão e voz de trovão “O impacto daquele outro carro no acidente foi apagado da minha memória, só lembro de minha prima me puxar do carro e me deitar no chão. Eu sentia uma dor insuportável, como se fossem mil facas perfurando o meu corpo. Queria gritar e não podia, e também não conseguia me mexer. Havia muito barulho de pessoas falando. Meus olhos estavam abertos, e pessoas de roupas brancas me examinavam. Alguém falou para o meu pai: ‘Ela está morta, sem sinais vitais’. De repente, comecei a ter lembranças de quando era bem pequena, como se fosse um filme que passava na minha mente. Senti quando alguém colocou o meu corpo dentro de um saco escuro. Não vi mais nada. Era como se eu balançasse de um lado para o outro. Não sei quantas horas se passaram. Para mim só havia escuridão. Então o saco foi aberto e me coloram em um lugar frio. Eu não conseguia falar e a dor era muito forte. Eu ouvia a voz do meu pai dizendo ‘minha filha está viva’, mas alguém falou ‘ela está morta!’. Desesperada, eu queria falar, mas não conseguia. Houve muita discussão do meu pai com outras pessoas e escutei perfeitamente que ele disse ‘vou tirá-la daqui para fazer exames em outro hospital, e já liguei para o plano de saúde!’. Meu corpo foi levado para uma espécie de gaveta. Total escuridão e frio. Parecia que tinham me esquecido dentro daquele lugar. De repente um barulho: alguém retirou meu corpo dali. Consegui ver pessoas deitadas em uma mesa de ferro. Estavam mortas. Os médicos me olharam e saíram. Escutei barulho de porta batendo, tenho certeza, e ficou tudo em silêncio. De repente, um clarão cegou os meus olhos! Eu não conseguia enxergar, meus olhos ardiam! Ouvi uma voz como de um trovão! Não era uma voz humana! Chamou pelo meu nome: ‘Ana, mostra para eles que você vai Me conhecer quando sair daqui. Eu sou Jesus e você vai falar de Mim. Lute! Mostre a eles que você está viva!’. Pensei: Como vou sair daqui? Não posso falar, só estou enxergando e ouvindo! O clarão desapareceu. Ouvi barulho de porta novamente e pessoas falando. Ouvi meu pai pedindo que colocassem algo sobre o meu corpo e não ouvi mais a voz dele. Os médicos começaram a me cortar e também costurar com agulha e linha. Era muita dor. Foi quando um deles olhou para mim e disse: ‘Ela está viva! Está chorando!’. Outro médico gritou: ‘Traga a maca! Vamos levá-la para a UTI! Precisamos de sangue O negativo!’. Depois não vi mais nada. Quando acordei, dei um grito: ‘Jesus!’. Chegaram vários médicos para me ver. Fui transferida para um local cheio de aparelhos. Meus pais entraram junto com os médicos e contaram o que tinha acontecido comigo. Meu pai disse: ‘Ana, você sofreu um acidente grave! Terá ainda de fazer cirurgias no rosto. Você teve traumatismo craniano, seus órgãos reprodutores foram retirados e você não vai andar mais’. Seria este o meu destino? Viver em uma cadeira de rodas e não poder ter filhos?”.

"O que Deus começa Ele termina"

 Depois que os médicos saíram, minha avó disse: ‘O que Deus começa Ele termina!’. Que mulher de fé era minha avozinha! Quando ela se retirou com meus pais, fiquei sendo observada pela equipe de Enfermagem. Já era noite. Sei disso porque não eram as mesmas enfermeiras, ou seja, já tinha virado o turno e a equipe havia sido trocada.
Havia uma campainha do lado da cama. Uma das enfermeiras disse: ‘Se precisar toque a campainha’. A equipe se retirou. Quando não havia mais ninguém naquele lugar, eu me joguei do leito no chão. O equipamento do soro, a sonda e os outros aparelhos que estavam monitorando o meu corpo se soltaram com a queda. Meu braço começou a sangrar muito. Eu me arrastei até o corredor e as enfermeiras se aproximaram. Uma delas disse que eu estava com crise convulsiva, mas outra disse: ‘Não, ela está tentando andar!’. Então me apoiei na parede do corredor, fiquei de pé e fui conduzida por duas enfermeiras, uma de cada lado, em passos lentos, de volta para o leito. Isso já foi mais um milagre, porque os médicos tinham dito à minha família que eu não iria mais andar! As enfermeiras refizeram todo o procedimento, colocando o acesso do soro e os aparelhos que me monitoravam, mas não me deixaram mais sozinha: dessa vez ficaram me observando. Não consegui dormir a noite inteira. Pela manhã, o médico veio saber como eu tinha passado a noite, pois as enfermeiras relataram a ele o ocorrido. Meus familiares estavam presentes nesse momento. Ele me examinou e surpreendentemente disse que eu já estava de alta! Meu pai assinou os papéis da liberação!”. A saída do hospital e a recuperação em casa “Saí daquela unidade no hospital, talvez uma sala de pós-operatório ou centro de tratamento semi-intensivo, acompanhada pelos meus familiares e amigos. Fui caminhando devagar pelo corredor e vi um corpo sendo velado pela família. Pensei: ‘Poderia ser eu ali’. A recomendação médica era alimentação pastosa – eu havia passado por cirurgias no rosto – e cuidados. Com medo de se aproximar, os meus parentes ficavam de longe fazendo perguntas: ‘Como pode você estar viva? O que aconteceu?’. Vizinhos curiosos chegavam querendo saber de tudo, porque a notícia já havia se espalhado. Aos poucos minha avó Francisca me contou sobre Jesus e o Seu sacrifício por nós na cruz do Calvário. Eu nunca tinha ouvido falar d’Ele. Minha prima Angélica também me falou do Evangelho. Ela já era também uma serva de Deus. Questionei minha avó sobre o clarão que vi, e ela disse que também viu! ‘Ele passou por debaixo da porta no momento em que eu estava de joelhos junto com seus pais, com a Bíblia aberta, clamando por Jesus na porta do Instituto Médico Legal. Então compreendi que quando senti meu corpo balançar de um lado para o outro eu estava sendo transportada, dentro do saco preto, para ser autopsiada no Instituto Médico Legal. Aqueles corpos de pessoas mortas nas mesas de ferro estavam lá também. Meu pai contou: ‘Você foi examinada no local do acidente pela equipe da ambulância, que constatou que você não tinha mais sinais vitais. Seu corpo foi levado para o Instituto Médico Legal. Eu e sua mãe fomos levados na ambulância para o Hospital Geral de Bonsucesso. O médico da Emergência atendeu a mim e à sua mãe. Eu tive perda de supercílio e fiquei muito ferido. Sua mãe se feriu nas pernas e sua prima Angélica não teve um arranhão sequer! Quando saímos dali fomos para o IML. Sua avó foi conosco. Eu não conseguia acreditar que você havia morrido, pedi que fizessem exames, mas o médico discutia comigo e dizia: Não tem como sua filha sobreviver, ela está morta! Eu liguei para o plano de saúde assim que o seu corpo foi para o IML, mas tive de autorizar que fosse realizada a autópsia em você. Seu corpo ficou quase dois dias na geladeira do IML! Nós compramos seu caixão! Era de cor rosa! Seu enterro estava com hora marcada no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju, na Zona Portuária do Rio! Eu e sua mãe ficamos na porta do IML, e de joelhos nos unimos à sua avó, que estava com a Bíblia aberta clamando por Jesus. Depois de algumas horas, um dos médicos disse que você estava viva, que tinha visto lágrimas saindo dos seus olhos, e aí foi um alvoroço danado! Um médico me chamou e pediu que eu arrumasse doadores de sangue O negativo. Fui para casa e liguei para os funcionários da minha firma, pedindo para doarem sangue para você. Foram quatro bolsas de sangue. Você ficou um mês em coma na UTI! Nós só podíamos visitar você no horário determinado, e sua avó orava e lia a Bíblia bem baixinho no seu ouvido. Quando você acordou deu um grito! Chamou por Jesus!’. Toda a minha família conheceu Jesus por intermédio do que aconteceu comigo!”. Outro milagre maravilhoso “A primeira vez que pisei em uma igreja evangélica foi com minha avó. Fomos à Igreja Mundial do Poder de Deus em Del Castilho, na Avenida Dom Hélder Câmara, 3.136. Na época era a sede do Estado do Rio de Janeiro. Não existia ainda a Cidade Mundial, no número 9046 da mesma avenida, a antiga Suburbana. Chegamos para a primeira concentração de fé, logo pela manhã. Resolvi participar de todos os cultos e me arrumava cedo, porque eu queria aprender mais do Evangelho. Todos os meus familiares estavam firmes buscando a Deus. Entrei para o Grupo de Evangelização e fiquei firme. Nessa época conheci o pastor Fabrício André da Silva, que já era da Igreja Mundial do Poder de Deus. Havia em meu coração o desejo de anunciar o Evangelho como missionária e nos casamos. Com o passar do tempo, surgiu dentro de mim uma vontade imensa de ser mãe. Eu tinha certeza que se clamasse o Senhor realizaria o desejo do meu coração. Um dia, o pastor falou sobre o voto de Ana (1 Samuel 1) e resolvi participar. De repente comecei a passar mal, sentia tonteiras e fui ao médico. Fiz vários exames e um deles acusou que eu estava grávida! Os médicos, vendo o resultado da ultra-sonografia, comentavam na minha frente: ‘Deve ser tumor, pode até ser câncer, pois ela não tem útero, não pode engravidar’. Uma ginecologista me examinou e perguntou: ‘Ana, você sabe qual é o primeiro órgão a se formar no ser humano?’. Respondi que não e ela disse: ‘É o coração! Você está grávida!’. Naquele instante vi Deus confirmando através das palavras da médica a resposta à minha oração. Eu sabia que enfrentaria questionamentos sobre a minha gravidez e contei ao médico que fez o meu pré-natal tudo o que havia se passado após aquele acidente de carro”. Espanto para os médicos “Meu filho, João – dei a ele o nome do meu pai – hoje com 14 anos, nasceu por cesariana com quatro quilos e 900 gramas no Hospital de Clínicas Dr. Balbino, no bairro de Olaria, subúrbio do Rio. Os médicos me disseram: ‘Ana, o seu filho foi gerado como se estivesse em uma bolsa, sem placenta, algo inexplicável! Durante a cirurgia de cesariana encontramos as suturas da autópsia dentro do seu corpo, e elas ficaram a milímetros de perfurar o rosto do seu filho! Eram como garras!’. No ano de 2010, mais um milagre em minha vida: Nasceu novo útero em mim! Meu esposo estava no altar, pregando a Palavra de Deus, e de repente surgiu um sangramento. Fiquei assustada, porque, afinal de contas, eu não tinha útero desde o acidente, aos 11 anos de idade! Eu nem sabia o que era menstruação! O exame de ultra-sonografia realizado na Policlínica de Piabetá, no Distrito de Magé, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, comprova!” Pregando o Evangelho “Na minha família sempre tivemos um padrão de vida altíssimo, mas hoje sei que éramos infelizes, porque o dinheiro não pode comprar a felicidade. Se Deus não tivesse permitido tudo isso que aconteceu comigo, como estaria hoje a minha família? A Palavra de Deus nos diz que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que O amam, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito (Romanos 8). Tomei a decisão de fazer a Obra de Deus e doei tudo o que tinha para os meus funcionários, de vontade própria. A minha empresa, quando me converti, ultrapassou o recorde de vendas do meu pai, e a empresa dele estava por mais de 40 anos no mercado! Eu, meu esposo e nosso filho fomos pregar o Evangelho no Estado de Santa Catarina, na cidade de Pomerode. Certo dia, estávamos no monte, orando e clamando ao Senhor pelo Seu povo, quando senti uma picada na perna esquerda. Ao voltarmos para a igreja, minha perna ficou dormente e eu caí no chão. Quando levantei a calça comprida, uma aranha de cor marrom saiu correndo. Minha perna ficou escura. Meu esposo me levou para o Pronto Atendimento Municipal na cidade de Taió e descreveu para o médico como era a aranha. Ele respondeu que ela tem um veneno mortal e está entre as mais de 40 espécies perigosas que existem naquele local. Fiquei internada na Emergência e depois fui transferida para o Hospital e Maternidade Rio do Testo, em Pomerode, onde fiz novos exames e permaneci em observação. Meu esposo não podia ficar comigo. Quando recebi alta, por três vezes retornei ao hospital, passando mal, porque as medicações não faziam efeito. O bispo Pereira estava assumindo como responsável pelo trabalho da Igreja Mundial do Poder de Deus no Estado de Santa Catarina, no ano de 2013, quando pedimos ajuda. Ele nos deu atenção e assistência, e pediu que voltássemos para o Estado do Rio de Janeiro, onde existem mais recursos, para que eu pudesse me tratar. A Prefeitura de Pomerode pediu que meu esposo assinasse um termo de responsabilidade para me retirar do hospital, que é público, e me trazer de volta para o Rio. Aqui fiz exames mais específicos e eles acusaram a gravidade da minha situação, devido ao veneno da aranha. Depois de recuperada, fomos fazer a Obra de Deus no sertão da Bahia. Meu corpo teve reações ao calor do sertão, porque durante a autópsia pela qual passei colocaram muito formol, que é usado para preservar os tecidos. Por isso preciso, até hoje, evitar tomar sol. Mas graças a Deus a Obra foi feita. Deus nos permite passar por situações que jamais pensamos. A Sua Palavra nos diz que as coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre (Deuteronômio 29.29). Este é o meu testemunho, o antes e o depois da morte, a minha conversão e a dos meus familiares. Com certeza o Senhor vai falar forte ao coração de cada um que conhecer a minha história, e eu tenho um voto com Ele: Vou levar a Sua Palavra ao mundo até quando Ele me levar para junto d’Ele”.

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